Análise das 123 respostas do formulário "Queremos te conhecer". Material de leitura interna pra calibrar a comunicação do Tio Alexandre antes e durante o evento.
Maduro, com vida adulta, equilibrando trabalho e estudos. Não é um aluno de faculdade jovem. Comunicar como tal.
Onde a maioria papoca. A dor #1 não é conteúdo, é técnica de prova.
Eles disseram em primeira pessoa o que mais querem. Use isso pra montar a pauta de cada aula.
Tem urgência real (60% têm prova em até 60 dias) e a confiança é mediana. O Tio precisa equilibrar realismo com esperança.
O lançamento tem demanda quente: 83% provavelmente comprariam um curso que resolva as 3 maiores dores. Mas a faixa de preço é apertada.
Tradução dos números em direção pra copy, abertura de aula e fechamento de venda.
Não é molecada de faculdade. É gente com vida feita, filhos, segunda profissão. O afeto do "Tio" funciona, mas evite gírias muito jovens. Aposte em respeito + parceria. "Meu filho", "amigão", "futuro(a) advogado(a)" cabem. Memes recentes do TikTok não.
59% marcaram "identificar qual peça pedir" como dificuldade-chave e 46% admitem que ainda não sabem diferenciar quando cabe cada uma. Nas respostas abertas, a palavra "peça" aparece 40 vezes em "errar a peça" e 15 em "identificar peça". Esse é o gancho mais forte. A Aula 2 (peça na prática) precisa ser anunciada como "a aula que destrava a peça".
59% treinam ZERO peças por semana. 74% nunca fizeram simulado de 5 horas. 95% corrigem sozinhos ou não corrigem (só 5 pessoas têm correção real). Use isso como provocação central do Tio: "estudar muito sem treinar peça é dar com os burros n'água". Vira bordão da live.
63% têm prova em até 60 dias e 6% em menos de 30. A urgência da copy não é falsa, é cronograma real. Reforce: "se você tem prova em 60 dias e não sabe montar cronograma, sua reta final começa hoje". Conecta direto com o bônus.
59% já prestaram a 2ª fase de Trabalho antes e não passaram. 16% já tentaram 3 vezes ou mais. Esse público está MACHUCADO e cético com promessa fácil. A fala do Tio deve abraçar a dor antes de prometer ("eu sei que você já tentou, eu sei que você papocou. Hoje a gente arruma isso") em vez de "você vai passar, acredite!".
39% se dão nota 5-6 de confiança. Apenas 17% estão entre 9-10. E 80% concordam que técnicas de foco/ansiedade aumentariam chance de aprovação. Inclua um bloco específico sobre controle emocional, mesmo que curto. Desarma ansiedade e gera identificação.
72% topam pagar até R$ 500 e 21% topam até R$ 1.000. Apenas 7% iriam acima disso. Se o curso pós-evento for acima de R$ 700 cheio, ofereça parcelamento de 12x sem juros caindo abaixo de R$ 60/parcela, e antecipe na copy o argumento de "uma cota da OAB compensa em 1 mês de profissão".
47% disseram "sim, com certeza" e 37% "sim, dependendo do preço". Demanda quente. Foque a oferta exatamente nas 3 dores que o curso ideal deveria resolver: identificação de peça + estrutura + correção de peça com mentoria. Não tente vender tudo, venda o que eles já pediram.
Lançamento misto: 37% já são alunos + 20% conhecem mas não estudaram. Os outros 43% são novos. Faça uma versão curta da história "quem é o Tio e a SATE" pra plantar autoridade nos primeiros 3 minutos da Aula 1, sem entediar quem já é aluno.
A maioria assiste no PC. Mas as mensagens de WhatsApp continuam sendo lidas no celular. PDFs e materiais devem funcionar bem nos dois. Videoaula com lousa precisa de letra grande, quem assiste no celular não enxerga letra fina.
Esse público é maduro, machucado pela reprovação, com tempo limitado, prova batendo na porta e dor concentrada em UM ponto: não saber identificar a peça. Quem chegar na live falando isso na cara, com afeto e técnica, vende. Quem chegar com motivação genérica, perde.
Roteiro prático, momento por momento, com falas-modelo no estilo do Tio (1ª pessoa, vírgula em vez de travessão, bordões dele). Cada bloco tem o porquê estratégico em cima e a fala pronta embaixo. Use como guia, não como decoreba.
43% do público é novo (não conhece a SATE) e precisa entender em 3 minutos por que tá ali. Mas 37% já são alunos e vão odiar uma apresentação longa. Solução: apresentação curta, direta e com a promessa do método já no fim.
59% já reprovaram em Trabalho. 16% já tentaram 3+ vezes. Validar essa dor publicamente é o gatilho mais forte de identificação que existe. Cite a pesquisa, cite os números reais.
73 das 123 pessoas (59%) treinam ZERO peças por semana. 91 (74%) nunca fizeram simulado. 117 (95%) corrigem sozinhos ou não corrigem. Esse contraste é a ESPINHA da live, mas precisa ser dito sem culpar. Provocação afetuosa.
A dor #1 do público é "identificar qual peça pedir" (59%). E a aula 2 é o momento de PEÇA NA PRÁTICA. Use os 90 minutos pra ENSINAR um framework de identificação (3-5 perguntas que o aluno faz pra identificar a peça em qualquer enunciado). Saia da aula com um método nomeado, não com explicação solta.
39% do público se dá nota 5-6 de confiança em ser aprovado. Apenas 17% estão entre 9-10. 80% acham que técnica de foco/ansiedade aumentaria sua chance. Isso é o "autoboicote silencioso". Precisa ter um momento de validar e quebrar.
72% topam pagar até R$ 500. 33% nunca gastaram NADA até hoje em preparação (R$ 0). Tem várias súplicas literais por bolsa e desconto na pesquisa. Antecipe a objeção financeira ANTES de fazer a oferta, mostrando que você sabe quem tá ali.
A maioria do público estuda à noite (51%) e prefere aulas gravadas (37%) ou mistas (30%). A aula AO VIVO precisa "vender" o replay e a próxima aula. Encerramento não é "tchau", é PONTE pro dia seguinte.
Coisas que parecem inofensivas mas batem mal com ESSE público específico, segundo a pesquisa.
Abrir validando a dor (não negando), entregar técnica (não motivação), provocar com afeto (não com bater), antecipar objeções (não empurrar), e fechar com ponte pro dia seguinte (não com "tchau"). Tudo na voz do Tio, sem fru fru fru.